quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Nothing’s ever too far
Okay, so I’m gonna say it
I’m not afraid to say it
The clocks on my wall keep ticking, the moments that I keep missing
Okay, so I must confess that
I’ve settled for so much less than
What You designed, I’m not taking my life one day at a time
‘Cause life is short and quickly passing by
Father, will You help me make the most of what is mine
With eyes open wide

I’m taking You in
I don’t need a sign
I just need to begin, need to begin like this
With every second of every minute
I’m livin’ in it and that’s how I
Say it
I got so much to discover
A hand I could lend another
A word that could bring some healing
Is there any better feeling?
I’m done missing out
Let me fall in Your arms
A peace like I have never known, like I have never known
Nothing’s ever too far
With You here
I see it all so clear
quarta-feira, 2 de junho de 2010

Hello hello it’s me again, it’s me again
I know I know when I call You hear me, You hear me
I love I love to pray, so hear what I’ve got to say
I never wanna be someone that just talks and,
never listens to You
I wanna be the one that says that I’ll follow
Wohohoo I’m gonna follow You
Everyday God nothing, no nothing
will ever separate me from Your
Love today God nothing, no nothing
will ever stop me from living for You
terça-feira, 4 de maio de 2010
from Tio Guga's Team- TM
"O que choca, mesmo, não é o Ultraje a Rigor. É a facilidade com que palavrões, expressões grosseiras e chulas – quando não blasfemas – encontram guarida na boca de fiéis que, supostamente, procuram seguir os preceitos das Escrituras.
Não me refiro àqueles que, por treinamento intenso prévio (“exercitados”: 2 Pe 2.14) – na maioria das vezes antes de suas conversões, têm problemas e lutas nessa área, e se esforçam para abandonar velhos hábitos. Em minha vida tenho testemunhado a luta de vários cristãos para controlar a língua e as palavras. Muitos foram exercitados por anos de impiedade, ou ficaram submersos em empresas, escolas ou repartições onde o palavrão é a norma. Esses procuram de todas as maneiras mudar a linguagem – isso é visível a outros, para não entristecerem o Espírito Santo com a mesma boca que abençoam (Tiago 3.9-10).
Um texto de um desses “pastores” foi-me enviado recentemente (apesar dele estar postado e circulando desde 25.09.2009). Ele foi escrito por conhecido líder, que hoje se ocupa bastante em disseminar vitupérios contra os que o “abandonaram”, em função de seu pecado, e a destilar amarguras, atribuindo hipocrisia genérica ao mundo cristão (não se preocupem, não vou dar o link, pois a sua peça, defendendo o linguajar chulo e grosseiro não merece divulgação adicional).
O texto responde a um consulente e seguidor fiel, que chama atenção para um vídeo de outro “líder cristão” que faz palestra em uma igreja. O palestrante é médico e o pretexto é a saúde e higiene dos ouvintes. Com esse objetivo, ele utiliza palavras grosseiras e, repetidamente, o famoso monossílabo, constrangendo e chocando alguns da platéia, enquanto a outra parte se delicia e gargalha (também não vou dar o link). O consulente, então, infere que não haveria motivo para aquele vídeo escandalizar nenhum crente. Compara, então, os que se escandalizam com os que engolem um camelo, mas se engasgam com um mosquito.
Provavelmente, o camelo, aqui, refere-se à violência ou mal tratos, enquanto que o mosquito seria o palavrão. A bandeira falaciosa de muitos, principalmente no campo secular, têm sido defender impropriedades, palavrões e até pornografia, dizendo que a pornografia verdadeira é a violência para com crianças, ou de pessoa contra pessoa. Ora, um não justifica nem anula o outro. Por que ambos não podem ser errados?
Pois bem, o pastor responde com uma ode ao palavrão. Indicando que quase morreu de rir, com o vídeo, não somente grafa o monossílabo várias vezes em seu texto, como acusa os que não o utilizam de hipócritas.
O ensino básico desse pensamento é que as barreiras de recato e moralidade são arcaicas, superadas. Que o exercício de uma suposta graça amorfa promove a verdadeira autenticidade e sinceridade; e o tráfego livre entre o impróprio e proibido, e o correto e socialmente defensável. Afinal, vivemos em uma matriz de convenções humanas. Para estes, a aproximação com Deus não cria a obrigação para com regras, mas a liberação dessas. Pelo que inferimos desses ensinos, não existem absolutos. Nos aproximamos de Deus e, no fluir dessa graça subjetiva, de uma maneira mística e indescritível, nada contradiz nossa forma e postura devida. A única máxima, possivelmente, seria o “amor”, mas esse, fugindo ao sentido bíblico de procurar o interesse da pessoa amada, de “cumprimento dos mandamentos” (João14.15,21), passa a ser um termo vazio de significado, que abriga tudo sobre seu guarda-chuva, num reavivamento da Teologia Situacionista moribunda de Joseph Fletcher, tão popular na década de 60, do século passado.
Nesse universo imaginário, até o pecado é redefinido e a tolerância irrestrita é propagada. Ser contra palavrões, ou contra o palavrão-palavrinha, repetido ad nauseam no texto, é coisa de careta; de cristão retrógrado; de pessoas que ainda não atingiram esse patamar de pseudo-santidade estéril (pois não produz pureza), característica dessa nova ordem de iluminados.
Mas será que esse é o ensino da Palavra de Deus? Será que o derribar desses marcos regulatórios é a verdadeira missão e postura do cristão? Essa luz negra que projetam sobre minha vida procede mesmo da “lâmpada para os meus pés... e luz para os meus caminhos” (Sl 119.105)? Por certo que não. A Bíblia nos instrui que o recato ou pudor é virtude a ser cultivada. Especificamente ela alerta contra a falta de pudor (“impudiscícia”), que te
ima em se imiscuir na igreja, em
Efésios 5.3: “Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos”.
É verdade que vivemos em uma era onde se fala cada vez menos nisso. As crianças se acostumam em um mundo onde a proprie
dade e modéstia no vestir e no proceder estão conspicuamente ausentes. Não é de espantar que a sexualidade precoce desponte como uma das grandes distorções e desvios do nosso século. Nossos ouvidos também vão se acostumando e a consciência se cauterizando com tantas impropriedades proferidas nos filmes, na televisão, nas rádios, nas músicas e no dia-a-dia da sociedade. No entanto, ver “líderes cristãos” rotulando o constrangimento perante a imoralidade de hipocrisia, leva-nos à vanguarda do absurdo. Para os tais o alvo é ser “liberado” das amarras incômodas, e comecemos essa jornada rumo à dissolução social e à devassidão moral, bem moderninhos e conectados, pelo linguajar. Por que exercer seletividade moral na palavra falada ou escrita?
Se não houvesse nenhuma outra razão, teríamos o exemplo dos escritores da própria Bíblia. Palavrões e linguagem chula sempre existiram na história da humanidade. Estão enraizados na natureza humana pecaminosa. Sempre houve uma forma apropriada e uma forma vulgar de se referir a tudo, especialmente a partes do corpo. Ora, por que então a Bíblia, que trata dos mais variados assuntos, utiliza palavras e expressões recatadas e apropriadas e não chulas, para se referir a elas? Certamente a comunicação adequada, preocupação do Autor da Bíblia, que a fez ser grafada na linguagem comumente falada, através das eras, não necessitava do emprego de linguagem imprópria. Falar com recato não impede a comunicação. Ou será que a utilização de palavrões, no seio do cristianismo, é nova forma de comunicação eficaz e grande descoberta; veículo de graça contemporânea, encontrado por essa nova casta de iluminados?
Mas a Bíblia vai além
e fala especificamente da linguagem que deve caracterizar o servo de Deus:
- Em Tito 2.8, somos admoestados a ter “linguagem sadia e irrepreensível para que o adversário seja envergonhado não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito
- Efésios 4.29 diz categoricamente: “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe e sim, unicamente, a que for boa para edificação...”
- Colossenses 3.8 mostra que o linguajar chulo é característica dos descrentes: “Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isso: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar”
- Tiago 1.26 p arece falar aos que querem misturar religiosidade com linguajar impróprio: “Se alguém supõe ser religioso deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã”.
- Efésios 5.4 também, claramente, mostra como deve ser a comunicação do cristão. Gracejos e gozações grosseiras (chocarrices), palavras torpes e vãs não devem ter lugar em nosso falar: “...nem conversação torpe, nem palavras vãs, ou chocarrices, coisas essas inconvenientes...”.
Parece que o Roger, do Ultraje ao Rigor estava certo: na falta do que dizer; na falta do que fazer; defenda-se o palavrão. Mas o cristão tem o que falar e o que fazer. Não venham me enganar e dizer que tudo isso que a Bíblia condena deve estar presente na boca do cristão.
Solano Portela - www.tempora-mores.blogspot.comSobre este assunto, sem representar endosso completo à totalidade do site, leia também: “Crente Boca Suja” em: http://www.sandrobaggio.com/2009/09/23/crente-boca-suja/
e
“O Falar Cristão”, em:
http://nasprofundezasdasimplicidade.blogspot.com/2009/06/o-falar-cristao.html
e, o excelente,
"Reflexão Óbvia Sobre os Palavrões", da Norma Braga. Sobre este post, de 2007, a autora diz o seguinte: "Hoje em dia o óbvio é novidade para muita gente, mesmo na igreja, que está entrando na onda do 'falar palavrão é legal' e, com isso, participam da atmosfera destrutiva que tem sustentado reviravoltas morais na sociedade".
sábado, 27 de março de 2010
Cap. 3- Construindo uma Vida Íntegra
Ser uma pessoa íntegra significa que você não é dividida, que todas as partes da sua vida são alinhadas umas com as outras.
Se tiver controle de si, estará livre para viver plenamente com seu marido um relacionamento sexual apaixonado, sem as cicatrizes e a bagagem emocional que acompanham as concessoes.
Sua sexualidade é quem você é ! -Feita de corpo mente coração e espírito.
Integridade sexual nao se resume apenas à abstinencia fisica. quando esses quatro aspectos estão em perfeito alinhamento, sua sexualidade reflete equilíbrio e integridade.
Até o dia do seu casamento, a integridade sexual significa proteger-se de quaisquer desejos físicos, mentais ou emocionais pelo sexo oposto que não possam ser satisfeitos com o plano de Deus. - Deve se esforçar ao máximo para guardar seu coração, mente e o corpo contra as ameaças à sua integriadade espiritual.
Se você ama a Deus, ama a seu proximo e a si mesmo,( nessa ordem. :P) então pode viver muito acima de qualquer conjunto de regras ou regulamentos.
"Podemos fazer tudo o que queremos". Sim, mas nem tudo é bom. "Podemos fazer tudo o que queremos" mas nem tudo é útil. Ninguém deve buscar seus próprios interesses e sim os dos outros. - I Coríntios 10.23-24
Não se concentre no que é PERMITIDO, mas no que é melhor para todos os envolvidos.
Meu, pense assim: ''O que me 'faz' querer fazer isso ? O que me motiva.''
Suas atitudes devem espelhar uma beleza interior e um amor sincero por Deus pelos outros e por si mesma. Não usará o sexo oposto para te satisfazer.
Você estará na moda e talvez até seja sexy aos olhos de um rapz (sexy, como a beleza, está no olho de quem vê, e alguns homens a acharão sexy mesmo que use roupas discretas). Você se mostrará atraente por saber que representa DEUS para os outros
Sua vida corresponderá à suas palavras- ' a word is just a word til you mean what you say'
Vivendo para Deus, sua beleza virá de DENTRO para FORA.
-from the inside out, Lord.-















